aaa |
|
aaaaaaa |
| NEWS . FANCLUB . CADASTRO . ÁREA EXCLUSIVA . LISTA DE MEMBROS . LOGAR . COLUNA DO MEMBRO . CHAT . FÓRUM . FAQ |
PEARL JAM - Notícias - Biografia - Artigos - Equipamento - Timeline - F.A.Q - Letras e Traduções - Curiosidades - Projetos Paralelos - Concert Chronology DISCOGRAFIA - Albuns - Singles - Participações - Dvd/Vhs - Bootlegs TOUR - Tour 2003 - Tour 2004 MULTIMÍDIA - Show do Mês - Wallpapers - Trocas OUTROS - Links - Equipe - Agradecimentos - Contato - Sua Opinião |
Resenha do show de Raleigh |
|||
Sobre o palco do Alltel Pavilion, em Walnut Creek, na terça, o vocalista do PJ, Eddie Vedder, parecia muito com um cara normal. Em contraste à imagem do príncipe da dor, que ele evocava no passado. Vedder estava jovial e até mesmo contou uma ou duas piadas. Apontando as sandálias coladas com fita adesiva do guitarrista Mike McCready, Vedder brincou: "É assim que está o mercado agora, relaxado, porém aguçado". Assim foi o show - uma primorosa performance de uma grande banda, ainda capaz de uma enorme potência, apesar de um comportamento mais maduro. E quando é hora de agir como um homem possesso, Vedder ainda pode produzir isso. Vedder deu início a tudo com uma breve apresentação solo, vindo ao palco com um violão para fazer uma versão de "You've got to hide your love away", dos Beatles. Então, ele introduziu a banda de abertura, o Sleater-Kinney, um trio feminino de punk, de Olympia, Washington. O Sleater-Kinney tocou no clube Cat's Cradle, em outubro, mas o trio controlou a luz do dia e as dimensões maiores, admiravelmente bem. O grito rasgado de Corin Tucker ocupou todo o espaço. Carrie Bronstone monstrou uma afiada demonstração do estilo dinâmico de girar o braço (windmill) pra tocar a guitarra, como de Pete Townshend, e Janet Weiss tocou batidas estrondosas. O show de 45 minutos terminou com Brownstein e Tucker se posicionando em volta da bateria de Weiss, formando um triângulo, fazendo parecer um muro de som com multi-camadas, como se houvesse muito mais que 3 músicos. O PJ troca radicalmente seu setlist a cada noite, e a banda abriu a performance de terça com um passo triste, com "Release". Enquanto pareceu uma escolha peculiar, isso não teve a menor importância, porque o público sabia cada palavra - o que ocorreu com todas as outras 24 canções que o PJ tocou. Na verdade, é notável o quanto o PJ ainda parece falar para os garotos, devido a baixa idade do público na terça à noite, e o quanto esses adolescentes pularam desvairadamente pra cima e pra baixo durante o conceto inteiro. Se o PJ tem alguma outra marca, além da voz intensa de Vedder, é o intercâmbio das guitarras de McCready e Stone Gossard. Depois do começo mais lento, eles mantiveram os riffs ousados vindo em "Even Flow", "Hail Hail" e "I Got Shit". O ritmo baixou um pouco com a toda poderosa "Alive", o hit inicial do PJ, e a balada semi-acústica "Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town". Política antiguerra surgiu em "Insignificance", com sua referência atual, "bombs dropping down", e a cover de "Gimme Some Truth", do John Lennon, no bis. Daí veio o segundo bis, com a cover da era-Vietnã, ode à paranóia do alistamento militar, "Fortunate Son", do Creedence Clearwater Revival, com o Sleater-Kinney junto. O próprio John Forgety [autor da canção] teria ficado orgulhoso.
|
||||
______________________________________________________________________________________________________________________________ Disclaimer: Site feito por fãs para fãs. Todo material registrado pelo Pearl Jam pertence ao Pearl Jam. Opiniões, dúvidas, críticas, reclamações, doações e/ou sugestões favor clicar aqui. O material contido nesse site é protegido pelas leis mundiais de Copyright. A cópia está sujeita às possíveis sanções legais. Restless Souls Fan Club 2003 - 2004. |